sexta-feira, fevereiro 29, 2008

O que me inspira...

o cão e o gato, a sola do sapato;
a nuvem e o sol, o andar do caracol;
o coelho e a lebre, a constipação e a febre;
a salsa e o jasmim, a erva e o alecrim;
o Rob e o Roberto, o estar longe e o estar perto;
a serra e o rio, o vento e o calafrio;
o sono e a almofada, o caminho e a estrada;
a aldeia e a serra, e o cheiro desta terra;
a brisa e o mar, o porto e o naufragar;
o grão de areia e o grão de bico, o trompete e o apito;
o pinto e o passarito, o cantar e o grito;
o frio e a lareira, a mesa de cabeceira;
o copo e o vinho, o arroz com jaquinzinhos;
as estrelas cadentes, os amores ardentes;
o coelho e as cenouras, as castanhas quentes e boas;
a Carochinha e o João Ratão, a manteiga e o pão;
o sonho e o pesadelo, a segurança e o medo;
o pai e a mãe, os filhos de alguém;
a lágrima e a saudade, a velhice e a idade;
a pedra e a calçada, a maçã assada;
a linha e a agulha, a pinha e a fagulha;
a inspiração e a expiração, arre estou a ficar sufocada...

Resumindo, tudo me inspira.

Este post é em resposta ao desafio do António P. , a resposta não está grande coisa... hoje estou pouco inspirada.

AGORA, como aconteceu ao António, não faço ideia se isto é uma daquelas correntes dos blogues, mas como eu gosto de nomear, vou passar a bola a todos os Tótós (individuais e em grupo), ao expresso da linha, ao Ricardo Rodrigues, a todos os BALDAS da minha lista (barra lateral de links), à Clau e por fim à Anita Fric de Mentol.